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O que é RPA e quais as suas vantagens?

Quando falamos na utilização de robôs em empresas, logo pensamos em indústrias automotivas ou similares, não é mesmo? No entanto, você sabia que qualquer empresa pode automatizar processos?

A Automação Robótica de Processos (RPA) refere-se à utilização de robôs virtuais, chamados de bots, que são programados para executarem tarefas operacionais e repetitivas, agilizando processos.  Esses robôs de RPA integram sistemas e aplicativos, trocando informações entre eles como se um humano estivesse executando tais tarefas. Assim, o RPA pode ser utilizado em diferentes segmentos, como logística, distribuição, agroindústria, serviços e outros.

Com a utilização da Inteligência Artificial há uma redução significativa (cerca de 40%) da carga horária de trabalho humano nos processos automatizados, o que reduz custos e aumenta a produtividade da empresa, que passa a contar com uma ferramenta que funciona 24 horas, todos os dias da semana. Porém, se engana quem pensa que os robôs de RPA substituem o trabalho humano. Na verdade, a automação abre espaço para novas oportunidades e cria uma nova força produtiva, unindo o trabalho humano a sistemas inteligentes. Desse modo, os funcionários ficam livres de tarefas repetitivas e podem focar na execução de atividades estratégicas.

Por exemplo, ao automatizar o processo de compra de uma empresa, o robô ficará responsável por todo o trabalho operacional: ele recebe a requisição de compra, identifica os itens solicitados, realiza a cotação com os fornecedores, analisa os melhores preços e envia para aprovação do funcionário.  Ao funcionário, fica a tarefa de validar e aprovar o pedido de compra. Com isso, a empresa consegue concluir o processo com mais rapidez, além de minimizar erros.

A utilização de RPA é, portanto, uma importante vantagem competitiva e pode transformar o funcionamento da empresa, impulsionando o seu crescimento. De acordo com a última pesquisa realizada pela Gartner, o mercado de RPA terá crescimento até 2024, sendo que até o final de 2022, 85% das grandes organizações terão adotado alguma forma de automação por meio desse tipo de tecnologia.

Quer fazer parte desse mercado e aumentar a produtividade da sua empresa? Entre agora mesmo em contato com nossos consultores e saiba como automatizar os seus processos com RPA!

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eSocial integrado com MixRH

O eSocial já está em vigor e se sua empresa ainda está com problemas no envio de informações para o Governo, esse vídeo é para você! Descubra como facilitar o envio de Eventos de Segurança e Saúde do Trabalho para o eSocial.

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Gilberto Stoppa é o novo CRO da Riosoft

Em constante evolução, a Riosoft nomeou Gilberto Stoppa como seu novo CRO. Com graduação em Administração, pós-graduação em Análise de Sistemas e MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV, Stoppa tem mais de trinta (30) anos de vivência e experiência na área de tecnologia da informação, sendo vinte e quatro (24) deles atuando em operações de comercialização e implantação de softwares de gestão (ERP’s) e softwares complementares, com passagem pelos principais players de mercado no segmento.

O CRO (Chief Revenue Officer) é responsável por maximizar as oportunidades de geração de receita, tendo, por isso, a função de estruturar de forma estratégica as linhas de negócio e de integrar e alinhar todos os times que têm impacto sobre esse processo, como as equipes de Vendas, Marketing e Customer Success, garantindo a efetiva comunicação e sincronia entre todas as partes. Assim, Stoppa chega à Riosoft agregando conhecimentos e unindo forças aos nossos profissionais especializados.

“Fazer parte do time de uma das principais empresas de software e inovação em tecnologia do Brasil é um orgulho. Liderar o time de Vendas, Atendimento, Relacionamento e Alianças é então, ao mesmo tempo, um desafio e um privilégio”, afirma Stoppa.

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Você sabe o que é SLA?

O atendimento ao cliente é um dos pontos cruciais para o sucesso do seu negócio e, por isso, merece atenção. Além da elaboração de um processo organizado de atendimento, a empresa precisa definir SLAs. Mas você sabe o que isso significa? Nesse artigo, vamos te explicar tudo sobre SLA, quais seus benefícios, como defini-lo e como a utilização de uma ferramenta de Service Desk pode te ajudar (e muito!).

O que é SLA?

SLA é a sigla para o termo Service Level Agreement, ou Acordo de Níveis de Serviço, em português. Em resumo, é um documento que deixa claro todos os termos e obrigações, do contratante e do contratado, em relação à execução do serviço.

Quando aplicado no atendimento ao cliente, o SLA torna-se um diferencial, garantindo que o cliente receba a solução dentro do prazo, e o melhor, com qualidade e dentro dos termos acordados.

Com os SLAs é possível definir indicadores, como o de resposta, onde são definidos tempos para o primeiro atendimento à solicitação do cliente, e o SLA de conclusão, que controla o tempo que a empresa tem para resolução do chamado.

Por que utilizar SLAs?

Porque o SLA garante a qualidade dos serviços prestados. Ao definir no SLA os termos a serem cumpridos, é possível alinhar as expectativas da contratante e da contratada, trazendo mais transparência ao serviço oferecido.

Para a empresa contratada, o SLA também é uma ótima ferramenta de otimização do trabalho, já que o controle dos prazos é um importante aliado da gestão de projetos. Assim, as métricas definidas podem ser utilizadas para o direcionamento mais assertivo das equipes de trabalho.

Outro benefício da utilização do SLA é a fidelização. Com o SLA, a contratante consegue identificar se os prazos e termos estão sendo cumpridos. Em contrapartida, a empresa pode avaliar e medir a qualidade dos seus serviços, corrigindo possíveis erros no processo de atendimento, e aumentando, assim, a confiança e satisfação de seu cliente.

Como elaborar um SLA?

Os termos e indicadores de SLA podem variar de acordo com as necessidades das empresas envolvidas. No entanto, alguns pontos são genéricos e devem ser levados em conta durante a definição de um SLA de atendimento ao cliente:

– objetivos a serem alcançados;

– qualidade do trabalho e serviço prestado;

– tempo de atendimento, considerando a capacidade de resposta de seu time;

– eficiência do atendimento (indicadores de resultado).

Isso parece complicado, não? Por isso, contar com a um eficiente sistema de Service Desk pode ser o diferencial competitivo de sua marca. Com uma demanda crescente, a utilização de ferramentas de gestão de atendimento tornou-se essencial para garantir a melhor experiência a seus clientes.

O Alvo Desk é um software de gestão e automação de SAC 100% online. Com ele você pode gerenciar processos e controlar o tempo de atendimento por meio de SLAs personalizadas, que podem ser cadastradas com base em diversos calendários de controle (horários, feriados, pausas de almoço) e de acordo com os tipos de tickets. Por exemplo, para um ticket de dúvida, o tempo para o primeiro atendimento pode ser de 1 hora e o tempo total para atendimento de 2 horas. No entanto, um ticket que exija uma manutenção ou correção e tenha um grau de severidade maior, pode ter como primeiro tempo 1 hora e como tempo total para resolução do ticket o prazo de 10 horas.

O sistema já apresenta calendários pré-configurados, ou seja, você não precisa cria-los do zero, basta editar os existentes, adequando os SLAs à necessidade de sua empresa.  Além disso, o Alvo Desk apresenta um questionário inteligente para definição automática do tempo de atendimento e prioridade de um chamado, com opções de abertura de chamados através de URA telefônica ou pelo portal do cliente.

E o melhor! As principais informações dos chamados podem ser visualizadas por dashboards e você pode obter indicadores de resultados através de relatórios completos, garantindo a eficiência e qualidade do atendimento.

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Novo recurso para o Alvo ERP

O Alvo ERP traz uma nova funcionalidade, que será muito útil para as empresas que possuem produtos com inúmeras variações. Você já deve ter tido problemas com o cadastro desses produtos, que normalmente é feito um a um, produto por produto. Além de facilitar o cadastro de produtos, o Configurador também proporciona ganho em performance, já que uma combinação pode ser gerada apenas quando necessário, o que evita o armazenamento de produtos que poderão nunca ser utilizados. Essa nova funcionalidade traz mais agilidade e rapidez para a estrutura de produtos e é um recurso essencial para empresas com grandes estoques. Essa é a Riosoft, sempre inovando e trazendo constantes melhorias a nossos clientes. Entre agora mesmo em contato com nossos consultores e revolucione a sua gestão.

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A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) entra em vigor nesta sexta-feira(18).

Depois de idas e vindas e um tortuoso caminho entre o governo e o Congresso, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) entra em vigor nesta sexta-feira (18). O governo tinha até esta data para sancionar a Medida Provisória 959/2020, que tratava do prazo. O texto foi publicado na edição desta sexta do Diário Oficial da União.

Em abril, o governo havia editado uma medida provisória para, entre outras coisas, adiar a entrada em vigor da LGPD de agosto de 2020 para 3 de maio de 2021. Os deputados haviam acordado com o governo um meio-termo para jogar para 31 de dezembro de 2020. No entanto, o Senado resolveu não adiar a a entrada em vigor da lei e estipulou que a mudança seria imediata, a partir da sanção do projeto oriundo da MP.

Como o trecho foi retirado pelos senadores, não restava alternativa ao governo a não ser sancionar a medida. “Foi retirado do texto original o adiamento da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), o que torna imediata suas disposições vigentes, a partir da sanção deste Projeto de Conversão”, esclareceu a Secretaria-Geral. As punições por descumprimento da norma só entrarão em vigor em agosto do ano que vem.

A LGPD regulamenta a política de proteção de dados pessoais e privacidade, modifica alguns dos artigos do Marco Civil da Internet e estabelece novos marcos para o modo como empresas e órgãos públicos tratam a privacidade e a segurança das informações de usuários e clientes.

fonte: https://congressoemfoco.uol.com.br/tecnologia/lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais-entra-em-vigor-nesta-sexta-18/

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Senado decide que LGPD entra em vigência agora, mas prazo depende de sanção.

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (26) a vigência da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que cuidará do tratamento de dados pessoais dos brasileiros, incluindo os acessados e compartilhados na internet. Assim, a MP tornou-se o PLC (Projeto de Lei de Conversão) 34/2020 e agora vai para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Como o adiamento foi derrubado, a primeira informação passada pela assessoria de imprensa do Senado era de que a LGPD passaria a valer já a partir desta quinta-feira (27), com ou sem a sanção do presidente. No entanto, especialistas divergem sobre quando a lei entraria em vigor: se a partir de amanhã, retroagindo no dia 14/08, ou se somente após a sanção, que pode ocorrer em até 15 dias úteis após recebimento do projeto na Casa Civil.

Posteriormente, o Senado disse que a LGPD não entrará em vigor imediatamente, mas somente após sanção ou veto dos demais dispositivos da MP 959/2020.

De qualquer forma, as punições à nova lei (até 2% do faturamento de empresas, no limite de até R$ 50 milhões) foram adiadas até agosto de 2021 pela Lei nº 14.010, criada em junho deste ano, então não valerão neste primeiro momento.

A LGPD foi aprovada em 2018 e estava prevista para entrar em vigor no dia 14 de agosto deste ano. Mas medida provisória do presidente, emitida em abril, sugeriu o adiamento da vigência da lei para maio do ano que vem por entender que parte da sociedade não teve condições de se adaptar à LGPD até agosto por causa da pandemia do coronavírus.

A medida provisória (MP) 959/2020, que foi aprovada ontem na Câmara dos Deputados, foi votada no Senado, mas sem o artigo 4º, que adiava a vigência da LGPD para até 31 de dezembro deste ano. Os senadores derrubaram, por unanimidade, o artigo, alegando que a matéria já havia sido votada meses atrás.

Falta “xerife dos dados”

Peça fundamental no desenho da LGPD, a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) — órgão que funcionará como “xerife” na interpretação, defesa e orientação da lei — teve sua criação aprovada no ano passado, mas o órgão ainda não foi instituído pelo governo federal.

Especialistas ouvidos por Tilt dizem que a vigência imediata da LGPD é um estímulo para o governo federal criar a autoridade de dados. Já o seu adiamento era visto como uma justificativa para que a criação da autoridade fosse empurrada para depois.

“O governo federal está obrigado desde 2018 a criar a autoridade e não criou. A medida que não cria, gera uma situação de insegurança, a sociedade pede para atrasar”, diz Danilo Doneda, advogado e professor do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público).

A Coalizão de Direitos na Rede, movimento que engloba 42 organizações, defendeu que a LGPD, uma vez em vigor, servirá para “harmonizar legislações setoriais, regras constitucionais e demais entendimentos jurídicos sobre as práticas de uso e compartilhamento de dados pessoais”. O grupo ainda destacou a importância da lei em vigência para induzir a criação da ANPD.

Insegurança jurídica

Os favoráveis ao adiamento veem insegurança jurídica com a lei passando a valer agora. “Uma lei geral sem autoridade não deveria existir. Existem pontos obscuros que necessitam de uma regulamentação. Quem vai ter esse papel é a ANPD, cuja função é importantíssima para que a lei possa entrar em vigência e todos seus artigos serem contemplados”, argumenta Thomaz Côrte Real, consultor jurídico da Abes (Associação Brasileira de Empresas de Software).

Diego Gualda, advogado especialista em tecnologia do Machado Meyer Advogados, concorda, mas ressalta que a insegurança jurídica não se devia apenas à pandemia.

“Se a gente tivesse a ANPD funcionando, ele poderia disciplinar e criar salvaguardas para as empresas num momento de depressão econômica. Os processos de adequação não são baratos. Você soma tudo isso e tem uma situação de insegurança jurídica bastante grande da aplicação da lei”, afirma.

Marcela Ejnisman, sócia responsável pelas áreas de cibersegurança e privacidade do Tozzini Freire Advogados, questiona os possíveis riscos jurídicos que a entrada em vigor agora em agosto causaria. “Na Europa, quando o GDPR [lei de dados da União Europeia) entrou, não estavam prontos. Deram um prazo de carência. Elas foram entrando em conformidade”, explica.

Conheça nosso portal LGPD: Acesse: riosoft.com.br/lgpd

Fonte: UOL

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Fique por dentro das palavras e termos-chave que dão suporte à LGPD

Publicada em agosto de 2018, a LGPD vem aprimorar a proteção de dados pessoais aos cidadãos do Brasil. Entender melhor, e desde já, a nova legislação, que entra em vigor em 2020, é importante para ajudar o país na missão coletiva de assegurar a privacidade: a qual é um direito fundamental do indivíduo e, portanto, deve ser salvaguardada com o máximo de cuidado, eficiência e qualidade. Sendo assim, que tal conhecer palavras e termos-chave relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e o significado de cada um deles? Confira o glossário da LGPD abaixo:

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LGPD – Prevenir ou remediar?

A sigla LGPD significa Lei Geral de Proteção de Dados e prevê a responsabilidade das organizações em relação à segurança, privacidade e autorização dos indivíduos quanto à utilização de suas informações pessoais.

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Índice LGPD ABES aponta que 60% das empresas não estão em conformidade com a Lei

Multa pecuniária está prevista em até 2% do faturamento da empresa, limitado a R$ 50 milhões

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, com o objetivo de colaborar com o mercado quanto à adequação às regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), desenvolveu, em conjunto com a consultoria EY, um indicador para acompanhar de perto o processo de adaptação das empresas no Brasil. E, segundo o Índice LGPDABES, os números são alarmantes: cerca de 60% das empresas não atendem as exigências da nova lei, que pode entrar em vigor ainda em 2020.

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